sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A Alquimia da Natureza

A Alquimia da Natureza
Para os químicos, existe uma verdade básica: o átomo é sempre átomo. Segundo os cientistas, apenas sob condições extremas e quase impossíveis os átomos se dividiriam. Porém, as pesquisas do médico francês Louis Kervran, falecido em 1983, mostram outra (e surpreendente) verdade. De acordo com ele, cada planta ou animal consegue mais do que avançados centros de pesquisa nuclear: divide, ajunta e transforma certos elementos em outros sem gastar muita energia e numa temperatura de meio ambiente. Depois de uma série de pesquisas, feitas por químicos, pesquisadores e cientistas, chegou-se a uma conclusão: acontecia um fenômeno inexplicável!
Kervran foi o primeiro a oferecer uma explicação científica para esse fenômeno. Na década de 60, ele observou uma equipe de operários trabalhando na sondagem de petróleo no Saara e descobriu que as fezes de todos eles continham grandes quantidades de potássio. Sua alimentação, porém, quase não tinha potássio. O potássio não podia ser oriundo das reservas do organismo dos trabalhadores porque esses teriam se esgotado depois de poucos dias. Além disso, não se detectava nenhuma deficiência do elemento nos operários. O potássio não podia ter surgido do nada. Depois de muita pesquisa, Kervran chegou a conclusão que o sal (cloreto de sódio) se transformava em potássio. Se isso fosse verdade, seria um golpe letal contra o princípio básico do fundador da química moderna, Antoine Lavoisier. Já no século 18, Lavoisier formulou a teoria (válida até hoje) segunda a qual no mundo dos átomos nada se perde e nada se cria, tudo se transforma. De acordo com a teoria, o átomo de potássio pode ligar-se a vários outros átomos formando moléculas, mas também devia, até o fim dos tempos, continuar sendo potássio. Essa teoria perdeu força após a descoberta da radioatividade, por Madame Curie.
O átomo, que foi considerado imutável pelos físicos de outrora, é muito menos estável do que se acreditava até bem pouco tempo atrás. A partir daí passou-se a diferenciar os elementos em radiativos (instáveis) e estáveis. Pouco tempo depois se conseguiu (através de bombardeamento com raios gama e outras partículas) que também núcleos atômicos se transformassem. Daí até as bombas de Nagasaki e Hiroshima o caminho foi bem curto. Mas a tese sobre a estabilidade de todos os elementos (com a exceção dos radioativos) continuava em pé. Kervran chamou o fenômeno ocorrido com os operários de transmutação biológica. Segundo ele, tudo pode acontecer desde que haja vida. Microorganismos, algas, fungos, plantas, animais. Se sua teoria estiver correta, grandes mudanças acontecerão em vários campos: na medicina, na agronomia, etc. Quem sabe um dia o sonho dos alquimistas se realizará e o mercúrio se transformará em ouro. Será que os velhos alquimistas sabiam que os dois estão tão próximos na tabela periódica dos elementos? E quando as pesquisas de Kervran finalmente serão testadas com seriedade e sem preconceitos? Ou ainda não estamos preparados para tal verdade? Parece que a vida começa num nível muito mais profundo que o atômico. Se existem organismos vivos capazes de transformar manganês em ferro (e vice-versa), por que não existiriam seres vivos capazes de produzir algo do nada - a luz e a vibração? Da transmutação até a materialização é apenas um passo pequeno. Se acreditarmos nas noticias sobre determinados gurus asiáticos, esse pequeno passo já foi dado por várias pessoas. E sobre a Criação Divina? Realmente, nem eu sei o que pensar.

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