Qabalah
Esta palavra pode ser escrita como Kabbalah - geralmente a maneira preferida pelos estudantes e Qabalah - usada pelos ocultistas. Significa "tradição" ou conhecimento passado adiante pela palavra falada. Originalmente judaica, foi adotada por humanistas cristãos e místicos de várias escolas, especialmente durante os séculos XIX e XX. O cabalista é um estudante da "ciência secreta", ou seja, aquele que interpreta o significado oculto das Escrituras, com a ajuda da cabala numerológica, expondo seu verdadeiro significado através destes meios.
Os livros de Ezequiel, Daniel, Enoch e o Apocalipse de São João, são cabalísticos. Alguns acreditam que a Cabala é proveniente dos patriarcas bíblicos de Abraão e até de Seth; outros, de ser proveniente do Egito.
Os livros de Ezequiel, Daniel, Enoch e o Apocalipse de São João, são cabalísticos. Alguns acreditam que a Cabala é proveniente dos patriarcas bíblicos de Abraão e até de Seth; outros, de ser proveniente do Egito.
A Cabala deriva da primitiva "Doutrina Secreta do Oriente", através dos Vedas, Upanichads, de Orfeu e Thales, Pitágoras e dos egípcios.
Portanto, todas as obras pertencentes à categoria esotérica são, de certa forma, denominadas cabalísticas. Nenhum texto sobre a Cabala pode ser considerado simples. Existem diferenças bem particulares na Cabala clássica - formada nos séculos XII e XIII no sul da França e Espanha, e a Cabala criada do século XVI em diante, onde predominava os ensinamentos de Isaac Luria (1534-1572), o "Leão Sagrado" guardados na Palestina.
Este conhecimento é algo altamente complexo e consiste em numerosos escritos de vários autores, alguns deles anônimos, sendo o mais importante, o compacto Zohar (Sefer Ha-Zohar, Livro do Esplendor ou Brilho), escrito na Espanha no final do século XIII, provavelmente por Moses de León de Guadalajara. Um importante trabalho anterior a este foi o Sefer Yetshirah (Livro da Formação), provavelmente escrito entre os séculos III e VI a.C.
Veja a seguir, as doutrinas básicas da Cabala do ocultismo ocidental:
- Letras e números são chaves importantes para o modelo do mundo;
- Todo o fenômeno do universo forma uma unidade. Tudo é parte de um todo organizado;
- Existem leis secretas que governam o universo;
- A inspiração e a imaginação são as maiores guias para verdade;
- Deus é transcendental;
- Todo fenômeno, inclusive o ser humano, contém algo de divino;
- O divino transcende e é muito mais do que o fenômeno em si;
- O homem é o universo em miniatura. Acima de tudo, existe um caminho pelo qual ele pode encontrar Deus, para se libertar das suas limitações e se tornar um super humano.
- Todo o fenômeno do universo forma uma unidade. Tudo é parte de um todo organizado;
- Existem leis secretas que governam o universo;
- A inspiração e a imaginação são as maiores guias para verdade;
- Deus é transcendental;
- Todo fenômeno, inclusive o ser humano, contém algo de divino;
- O divino transcende e é muito mais do que o fenômeno em si;
- O homem é o universo em miniatura. Acima de tudo, existe um caminho pelo qual ele pode encontrar Deus, para se libertar das suas limitações e se tornar um super humano.
Abraham Abulafia, o grande cabalista e místico do século XIII, acreditava que a Cabala podia ser utilizada na magia. Paul Ricci, um judeu convertido ao Cristianismo no século XVI, explicava que a Cabala "enumera muitos nomes sagrados a serem invocados e vários movimentos corporais para alcançarmos mais facilmente a glória do Pai Eterno". Para iniciar o estudo da Cabala de forma simples, leia o livro "Anjos Cabalísticos" ou o "Tarot dos Anjos", ambos de minha autoria onde os nomes angélicos ou o estudo das lâminas do Tarot, são associados às vinte e duas letras hebraicas e suas grandezas numéricas cabalísticas.
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