sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O Caso Hodgeson


O Caso Hodgeson
Um dos casos de Poltergeist mais famosos ocorreu em uma residência popular de Enfield e foi recolhido por Guy Lyon Playfair em seu livro This House is Haunted, que o investigou em parceria com Maurice Grosse. Durante 14 meses a partir de agosto de 1977, o lar da Sra. Peggy Hodgeson foi invadido por atividades poltergeist que se concentravam ao redor de sua filha de 11 anos, Janet. Alguns objetos domésticos sofreram danos e alguns móveis, inclusive um sofá, foram lançados para fora de casa.Nas paredes apareceram palavras escritas e águas aparecia do nada.
Estes fenômenos de Enfield, que apareceram nos jornais do mundo inteiro, foram presenciados por muitas pessoas, incluindo policiais, cientistas e vários pesquisadores de fenômenos paranormais. Depois de 14 meses estes fenômenos cessaram tão misteriosamente quanto começaram. Os investigadores, no entanto, não puderam dizer se a casa era o cenário de uma atividade poltergeist verdadeira, ou de FPER (Fenômenos de Psicocinese Espontânea Recorrente), gerado pelo subconsciente de Janet Hodgeson em uma época difícil de sua vida.
 Poltergeist na Paraíba
Na casa de Luzia Maria Inácio, em Santa Rita, talheres flutuam e telhas caem sozinhas. Psicólogo diz que fenômenos são causados pela filha.
 
A empregada doméstica Luzia Maria Inácio, de 46 anos, convive há três meses, diariamente, com fenômenos estranhos, na casa onde mora com os três filhos, em Santa Rita (Paraíba). Como no filme Poltergeist, pratos, talheres e telhas flutuam no ar e marcas de ferimentos no corpo, principalmente nas costas, completam o quadro de mistério. Não tenho mais paz, disse a doméstica, sem saber explicar o que acontece na casa de quarto e sala.
Luzia disse que o mistério começa com estalos na madeira do teto, como se alguém estivesse andando no telhado. As telhas se desprendem e caem. Colheres e garfos flutuam no ar sem a interferência de ninguém. Anteontem de madrugada, parte da casa foi destelhada quando o fenômeno se repetiu. Minha família está amedrontada. A doméstica ouve vozes, gritos e risadas de pessoas não identificadas. A família de Luzia está com medo e escondeu dos vizinhos o que acontece na casa.
Sérgio Luiz Inácio, de 23 anos, o filho mais velho, contou que numa noite estava no quarto e sentiu um corte no braço. Ele pensou que fosse um rato. Depois, começou a ler um jornal quando sentiu ser cortado nas costas. Luzia mostrou roupas sujas de sangue, resultado dos ferimentos. Eu sinto ser cortado, mas não vejo ninguém, disse Sérgio, mostrando as costas feridas.
Ontem, vizinhos curiosos formavam um grupo para ver de perto o que acontece na casa de Luzia. Isso é coisa do demônio, disse a vizinha Helena Vieira de Almeida. Ela afirmou que já viu telhas caindo do telhando sem ninguém tocar nelas. O ex-padre Everaldo Peixoto de Vasconcelos, psicólogo, afirmou que a autora do fenômeno é a filha de Luzia, de 11 anos. Ela tem poderes parapsicológicos, disse. Segundo ele, a garota tem capacidade de mover objetos a distância sem tomar consciência do fenômeno. Embora não tenha sido procurado para tratá-la, ele disse que poderia reverter o problema que provoca susto e medo na família.
Vasconcelos contou que há três anos, em Alagoinha, uma adolescente também movia objetos, a ponto de um tonel cheio de água ficar suspenso no ar e esterco de boi aparecer sobre a mesa do dono da fazenda. Vasconcelos a hipnotizou e mudou a ordem interna da energia da menina. Os fenômenos desapareceram.

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