sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Jacques DeMolay


Jacques DeMolay
 
Conforme é relatado pôr vários historiadores e também autores de livros famosos que tratam sobre o tema abordado; Jacques DeMolay nasceu pôr volta de 1244, pouco se sabe de sua infância e adolescência, sabe-se que Jacques DeMolay era filho da nobreza.
Jacques DeMolay ingressou na Ordem dos Templários aos 21 anos sendo forjado nos moldes da cavalaria e instruído pôr uma rigorosa filosofia sócio-econômica que dominava na época do feudalismo, era Grão Mestre da Ordem dos Templários na época em que Jacques DeMolay ingressou, o templário Thomas Berard, em "1298" Jacques DeMolay assumiu o cargo de Grão Mestre da Ordem dos Templários fazendo com que seu nome fosse escrito e pronunciado pôr historiadores do mundo inteiro. DeMolay assumiu o cargo de Grão Mestre após a morte de seu antecessor Teobaldo Gaudini no mesmo ano (1298); Jacques DeMolay comandou um exército com cerca de 15000 soldados.
Filipe IV "O Belo" rei da França era amigo de Jacques DeMolay; um dos filhos do rei da França era afilhado de Jacques DeMolay, (Delfim Carlos, que mais tarde se chamaria Carlos IV "rei da França), mesmo com toda amizade, o rei da França com toda a sua ganância tentou juntar a ordem dos Templários e a ordem dos Hospitalario pois sentiu que as duas ordens formavam uma grande potência econômica; Filipe "O Belo" sabia que a Ordem dos Templários, possuía várias propriedades e outros tipos de riqueza, doados pelos que um dia haviam recebido a ajuda dos Templários em várias cruzadas pela Europa. Sem obter o sucesso desejado, que era a de juntar as duas ordens e se transformar em líder absoluto, o rei da França arma um plano para acabar com a Ordem dos Templários, usando um nobre francês de nome Esquin de Floyran, o nobre francês teria como missão denegrir a imagem dos templários e de seu Grão Mestre Jacques DeMolay, e com recompensa Esquin de Floyran receberia terras pertencentes aos templários, evidentemente só receberia depois da queda da Ordem dos Templários. Em 1307, Jacques DeMolay foi a Paris para o funeral de uma Princesa da casa Real Francesa e a noite foi repousar em um castelo de propriedade do Templário, este castelo ficava mais perto do castelo do rei Filipe; pondo seu plano em ação Jacques DeMolay é preso na madrugada de 12 de outubro para 12 de outubro pelo chefe da guarda real Guilherme de Nogaret que era também um de seus Conselheiros, Jacques DeMolay havia ido a França com poucos homens e sua maioria eram nobres.
DeMolay foi julgado três vezes e torturado várias vezes para que dissesse que era Herege e que a ordem dos Templários cometia várias heresias, em 18 de março de 1314, uma comissão nomeada pelo Papa Clemente V (inquisição), julgou Jacques DeMolay pela última vez, condenando-o a morte, sendo queimado no mesmo dia, DeMolay morreu aos 70 anos.
Jacques DeMolay durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçoando os descendentes do Rei da França, Filipe "O belo". O primeiro a morrer foi o Papa Clemente V, logo em seguida o Chefe da guarda e conselheiro real Guilherme de Nogaret e no dia 27 de novembro de 1314 morre o rei Filipe aos 46 anos de idade.
Historiadores modernos acreditam que Jacques DeMolay nasceu em Vitrey, na França, no ano de 1244. Pouco se sabe de sua família ou sua primeira infância, porém, na idade de 21 anos, ele tornou-se membro da Ordem dos Cavaleiros Templários.
A Ordem dos Cavaleiros Templários havia sido oficialmente sancionada e reconhecida pelo Papa e pelo Conselho da Igreja em 1128. Sua denominação original era "Pobres Soldados em Cristo", e sua finalidade era vigiar a estrada entre Jerusalém e Acro, o porto de Jerusalém até o Mediterrâneo.
Logo, pela elevada sanção da Igreja, a Ordem tornou-se imensamente popular. O dinheiro jorrava na tesouraria dos Templários; ricas propriedades eram estabelecidas; e nobres e príncipes enviavam seus filhos para se unirem à Ordem.
Os Cavaleiros Templários aumentaram e tornaram-se mais fortes com matrizes na Inglaterra, Espanha, França e Alemanha, e logo a valentia dos soldados na Palestina foi apoiada e preservada por uma vasta organização sistematizada nos lugares de origem.
A Ordem participou destemidamente de numerosas Cruzadas, e o seu nome era uma palavra de ordem de heroísmo, quando, em 1298, DeMolay foi eleito Grão Mestre. Era um cargo que o classificava como e muitas vezes acima de grandes lordes e príncipes. DeMolay assumiu o cargo numa época em que a situação para a Cristandade no Oriente estava ruim. Os infiéis sarracenos haviam conquistado os Cavaleiros das Cruzadas e capturado a Antioquia, Trípoli, Jerusalém e Acro. Restaram somente os "Cavaleiros Templários" e os "Hospitallers" (Hospitaleiros) para confrontarem-se com os sarracenos. Os Templários, com apenas uma sombra de seu poder anterior, se estabeleceram na ilha de Chipre, com a esperança de uma nova Cruzada. Porém, as esperanças de obterem auxílio da Europa foram em vão pois, após 200 anos, o espírito das Cruzadas havia-se extinguido.
Os Templários foram fortemente entrincheirados na Europa e Grã-Bretanha, com suas grandes casas, suas ricas propriedades, seus tesouros de ouro; seus líderes eram respeitados por príncipes e temidos pelo povo, porém não havia nenhuma ajuda popular para eles em seus planos de guerra. Foi a riqueza, o poder da Ordem, que despertou os desejos de inimigos poderosos e, finalmente, ocasionou sua queda.
Em 1305, Felipe, o Belo, então Rei de França, atento ao imenso poder que teria se ele pudesse unir as Ordens dos Templários e Hospitaleiros, conseguindo um titular controle, procurou agir assim. Sem sucesso em seu arrebatamento de poder, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens, a fim de impedir qualquer aumento de poder do Sumo Pontificado, pois as Ordens eram ligadas apenas à Igreja.
Em 14 de setembro de 1307, Felipe agiu. Ele emitiu regulamentos secretos para aprisionar todos os Templários. DeMolay e centenas de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Foi o começo de sete anos de celas úmidas e frias e torturas desumanas e cruéis para DeMolay e seus cavaleiros. Felipe forçou o Papa Clemente a apoiar a condenação da Ordem, e todas as propriedades e riquezas foram transferidas para outros donos. O Rei forçou DeMolay a trair os outros líderes da Ordem e descobrir onde todas as propriedades e os fundos poderiam ser encontrados. Apesar do cavalete e outras torturas, DeMolay recusou-se.
Finalmente, em 18 de março de 1314, uma comissão especial, que havia sido nomeada pelo Papa, reuniu-se em Paris para determinar o destino de DeMolay e três de seus Preceptores na Ordem. Entre a evidência que os comissários leram, encontrava-se uma confissão forjada de Jacques DeMolay há seis anos passados. A sentença dos juízes para os quatro cavaleiros era prisão perpétua. Dois dos cavaleiros aceitaram a sentença, mas DeMolay não; ele negou a antiga confissão forjada, e Guy D'Avergnie ficou a seu lado. De acordo com os costumes legais da época, isso era uma retratação de confissão e punida por morte. A comissão suspendeu a seção até o dia seguinte, a fim de deliberar. Felipe não quis adiar nada e, ouvindo os resultados da Corte, ele ordenou que os prisioneiros fossem queimados no pelourinho naquela tarde.
Quando os sinos da Catedral de Notre Dame tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay e seu companheiro foram queimados vivos no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena, destemidos até o fim. Apesar do corpo de deMolay ter perecido naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para quem a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.

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