sexta-feira, 23 de novembro de 2012

TCI


TCI
Em 1993, Maurice Grose estava dando uma conferência em Mensa sobre um famoso caso de Poltergeist, quando de repente, o seu gravador parou. O pesquisador veterano pediu ajuda e, de pois de examinarem o gravador alguns companheiros revelaram-se desconcertados. David Fontana, presidente da Society for Phichical Research, explicou:'O aparelho parou de uma forma que desafia as leis da mecânica' .Isso teria sido provocado por algum espírito maligno que ficou contrariado com a gravação dos sons do Além e acabou manipulando a fita que nenhum humano pudesse repeti-la?
Os equipamentos de gravação abriram um caminho inexplorado pelos pesquisadores paranormais. Um caso ocorreu na propriedade Chingle Hall (Inglaterra), onde por vários anos os seus donos permitiram que grupo de especialistas realizassem sentinelas noturnas. Nesse lugar foram gravados ruídos estranhos e muitos visitantes afirmam ter visto figuras parecidas com monges. Porém nenhum dos integrantes de um grupo de seis pessoas podia imaginar o que iria acontecer na madrugada de 30 de março de 1995. Era a terceira vez que Peter Andrews visitava Chingle Hall. Nas primeiras visitas ele tinha visto uma bola de Luz azul em um dos aposentos da casa. mas nesta ocasião a noite estava relativamente tranqüila, até que às 5:30 da manhã, tudo mudou. O grupo estava reunido no Great Hall, iluminado somente à luz de velas, quando de repente ouviram um grito aterrorizante. O Sr. Andrews disse a Peter Hought(pesquisador paranormal) 'Inesperadamente, ouviu-se o grito de um homem, um lamento horrível. Ficamos muitos assustados' . Segundo uma das pesquisadoras ' Era como se o grito viesse na minha direção, cruzando toda a sala. Vinha do teto e era muito forte!'. Uma vez recuperados do susto, todos desceram as escadas e entraram no corredor. Os donos de Chingle Hall e dois de seus familiares estavam dormindo nos quartos daquela ala da casa. Um deles, que tinha escutado os gritos das pesquisadoras, saiu para ver o que estava acontecendo. De fato, o primeiro grito tinha sido muito forte pois um pequeno gravador ativado pela voz e colocado em um cômodo do outro lado da casa, conseguira capta-lo claramente, junto com a reação do grupo. O que ocorrera em Chingle Hall? O angustiado grito de um morto havia sido gravado, ou tudo não passava de uma fraude? Apesar da análise cuidadosa, os pesquisadores ainda não chegaram a uma conclusão sobre este caso.
Peter Hough levou a fita de Chingle a Martim Barry, da Universidade de Manchester, para que fosse analisada.Barry tirou um espectrograma no qual isolou os diferentes sons da gravação. No final, concluiu que 'não guarda nenhuma semelhança com o traçado habitual de uma única voz'. Hough realçou que estava certo de que' O grupo que fez a gravação não cometeu nenhuma fraude. Contudo deve-se lembrar que Chingle Hall é um centro de atração turística e que a sua reputação está em jogo, se o grito é uma fraude, alguém vai ter sérios problemas, e se é autêntico, as conseqüências podem ser incalculáveis'.
 
Esta excelente foto de uma espiral de energia foi tirada por  Paul Quest do grupo de pesquisa TOPRA em Chingle Hall em 21 de novembro de  1997.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

não ouvi...